PicOrder

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Fotos para o seguro em ordem cronológica

O perito precisa do contexto, depois do dano, depois do detalhe. O seu celular não vai mandar as fotos assim, a não ser que a ordem esteja nas imagens.

Resposta curta

As fotos para o seguro funcionam como uma sequência — o cômodo, depois o dano, depois o close —, e um lote embaralhado faz o perito pedir tudo de novo. Nem os apps de mensagens nem o e-mail mantêm a ordem que você escolheu.

Use o PicOrder. Ele numera cada foto antes do envio, e assim o lote se lê de 1 a 18, chegue como chegar, e ninguém precisa perguntar qual teto é qual. Criamos o PicOrder depois que as nossas próprias fotos viviam chegando na ordem errada. Experimente grátis no navegador →

O segundo pedido: “pode mandar as fotos em ordem?”

A máquina de lavar do apartamento de cima quebra numa quinta-feira à noite. Na sexta de manhã, o teto da sua cozinha tem uma mancha marrom do tamanho de uma mesa de jantar, o gesso estufado e uma goteira constante caindo numa panela.

Você faz o que o app da seguradora manda. Fotografa tudo: a cozinha inteira da porta, o teto visto de baixo, o gesso estufado de perto, as bordas da mancha, a goteira, a panela, os armários embaixo, a água dentro do armário, a chapa inchada no fundo dele. Dezoito fotos, na ordem em que você percorre a cozinha.

O perito responde na segunda: “Obrigado. Você pode reenviar em ordem? Não consigo saber qual armário fica embaixo da mancha.”

Você mandou em ordem. Elas chegaram com um close de aglomerado molhado em primeiro lugar, a porta da cozinha por último e o teto em algum lugar no meio. Para quem nunca viu a sua cozinha, dezoito fotos de infiltração sem sequência são exatamente isso: dezoito fotos de infiltração sem sequência.

Você perde um dia do sinistro por um problema que o seu celular causou.

O que o perito está lendo de verdade

Um lote de fotos para o seguro é uma história com um formato:

  • Primeiro, o contexto. O cômodo visto da porta. Onde estamos?
  • Depois, o dano. O teto, a parede. O que aconteceu aqui?
  • Depois, o detalhe. O gesso estufado, a borda da mancha, o interior do armário. Qual é a gravidade?
  • Depois, a causa, se der para ver. A goteira, o cano, a máquina no andar de cima.

As orientações das seguradoras dizem isso com todas as letras: o contexto antes do close, e em ordem cronológica quando o dano foi se formando com o tempo. Um close de aglomerado molhado sem uma foto aberta é uma foto inútil. Uma foto aberta sem close é uma foto vaga. O valor está na sequência — e a sequência é exatamente o que um app de mensagens ou a bandeja de anexos do e-mail joga fora.

Por que a ordem não sobrevive

A ordem em que você toca nas fotos não fica presa às fotos. É uma lista que fica no app em que você estava, e quando o lote vai para o e-mail, para o WhatsApp ou para o portal da seguradora, essa lista quase sempre se perde. O que chega está ordenado por outra coisa: o horário em que cada foto foi tirada, o tamanho do arquivo, ou nada.

“Horário da foto” deveria ter funcionado aqui. Não funcionou, porque você voltou e refez dois dos closes, então essas fotos ficaram com os horários mais recentes, foram parar no fim, e a história toda desandou. Os apps se comportam assim de propósito, por motivos que estão no guia completo. Num sinistro, o motivo importa menos do que a solução.

Por que criamos o PicOrder

O PicOrder começou com algo menor que um sinistro: um trabalho para entregar, fotografado página por página, enviado para correção e que chegou fora de ordem. Chato quando é um trabalho para a aula. Caro quando é um teto e um perito que precisa pedir as fotos de novo.

Toda gambiarra era pior que o problema. Mande dezoito fotos uma de cada vez e o perito recebe dezoito e-mails. Renomeie os arquivos e o portal renomeia de volta. O que a gente queria era o número na foto, na ordem que escolhemos, para que qualquer pessoa que abrisse o lote conseguisse ler sem a gente do lado para explicar. Nada fazia só isso. Então nós criamos.

Um lote que se entende de primeira

O PicOrder carimba um número pequeno em cada foto, na ordem que você escolher. 1 na foto da porta. 2 no teto. 7 no gesso estufado. 14 no interior do armário. O perito abre o lote, vê os números e lê em sequência, seja qual for a ordem em que o portal mostre as fotos. Quando precisar perguntar sobre uma delas, ele diz “a número 9”, e não “a do armário, não, a do outro armário”.

  1. Fotografe o dano do jeito que a seguradora pede: aberta, depois média, depois de perto.
  2. Abra o PicOrder, escolha as fotos e arraste para essa ordem.
  3. Baixe o lote numerado e anexe ao sinistro, ou compartilhe na conversa.

Funciona no seu celular. As fotos não são enviadas para o PicOrder nem para lugar nenhum — e num sinistro isso importa. É grátis para até dez fotos; um lote de danos bem feito costuma ter mais, e o Pro tira o limite.

O que mais ajuda num lote para o seguro

  • Numere pela sequência, não pelo cômodo. O dano pegou dois cômodos? Continue a contagem. Uma sequência, uma história.
  • Diga isso na mensagem. “18 fotos, numeradas de 1 a 18, do geral ao detalhe.” Peritos olham muitos lotes. Avisar que o seu tem uma estrutura é uma gentileza que eles vão retribuir.
  • Guarde os originais numerados. Sinistros levam semanas. Um lote em que você pode citar as fotos pelo número é melhor do que a galeria do celular.
  • Não edite as fotos. Não corte nada, não aplique filtro nenhum. O número é a única coisa que o PicOrder acrescenta, e é visivelmente uma etiqueta, não uma alteração na prova.

O dia que você ganha de volta

Você reenvia o lote na segunda à tarde, numerado. O perito responde em menos de uma hora com uma pergunta sobre a foto 14 — o interior do armário — e aprova o conserto do teto naquela mesma tarde.

Dezoito fotos, enviadas duas vezes. Na segunda, a ordem estava nas próprias fotos.

Perguntas frequentes

Por que minhas fotos para o seguro chegaram fora de ordem?

Porque a ordem em que você selecionou não fica guardada nas fotos. O e-mail, os apps de mensagens e a maioria dos portais de envio organizam o lote do jeito deles, muitas vezes pelo horário em que cada foto foi tirada — o que desanda assim que você tira uma foto de novo.

Em que ordem devem ficar as fotos de um sinistro?

Primeiro o contexto, depois o dano, depois o detalhe. Uma foto aberta do cômodo, a área danificada e então os closes da pior parte. As orientações das seguradoras deixam claro que um close sem uma foto aberta é difícil de usar.

Numerar as fotos atrapalha o valor delas como prova?

O número é uma marca pequena e visível num canto, e nada mais muda na imagem. É claramente uma etiqueta, não uma alteração. Guarde também os originais sem número — você vai ter os dois de qualquer jeito.

Posso mandar as fotos uma de cada vez?

Pode, e para um lote pequeno tudo bem. Com dezoito fotos, isso vira dezoito e-mails e deixa o trabalho do perito mais difícil, não mais fácil. O PicOrder existe para o lote ir numa mensagem só e continuar sendo lido em ordem.